Sua agenda está cheia e sua conta está vazia. Você não precisa de mais clientes. Precisa de outro preço.
Se você está no primeiro grupo, continua lendo. São 4 páginas. Podem valer mais que seu último trimestre.
A cena. Um dia você descobre que um concorrente, que faz exatamente o que você faz e faz pior, está cobrando quase o dobro. E o pior nem é o preço dele. É que o cliente dele está satisfeito. Está recomendando ele. Naquela hora uma frase se forma na sua cabeça e não sai mais: “eu estou deixando de ganhar muito porque sou muito melhor que esse cara.”
O custo. Faz esta conta. Quanto você cobrou no último ano, e quanto você deveria ter cobrado? A diferença, mês após mês, cliente após cliente, é o dinheiro que você deixou na mesa.
A armadilha. Você já tentou resolver isso do jeito que todo mundo ensina: vender mais. Mais clientes, mais posts, mais combos com desconto. O resultado foi mais trabalho e a mesma sobra. Quando o preço está errado, vender mais escala o prejuízo junto com o seu cansaço.
A verdade brutal. Existem três preços que quase todo empresário cobra, e os três estão errados:
Se você nunca decidiu seu preço com método, você cobra um desses três. Provavelmente há anos.
A descoberta. Passei 5 anos numa multinacional planejando um orçamento de R$850 milhões, e aprendi onde o dinheiro se esconde numa operação. Depois construí do zero, com R$5 mil, uma operação premium que comercializou mais de R$20 milhões em 6 anos, e aprendi o que o cliente de alto padrão realmente paga. Não é o produto.
E em 7 anos de formação em neurolinguística, mentorando empresários, descobri a peça que faltava: o maior bloqueio de preço não está na planilha, está em quem cobra. Preço é 20% matemática e 80% identidade. É por isso que curso de precificação por planilha falha.
O único preço onde o lucro mora, construído em 4 pilares, nesta ordem.
Por que funciona. Pega a calculadora. Um negócio com 10% de margem líquida que sobe 10% o preço dobra o lucro. O mesmo negócio vendendo 10% a mais aumenta o lucro em cerca de 30%, e leva junto mais custo, mais operação, mais desgaste. O preço é a alavanca mais poderosa do seu negócio, e a única que não custa nada para puxar.
O que muda. Em 30 dias você sai com seu novo preço definido e defendido, sua oferta reconstruída para sustentá-lo, e a parte que ninguém entrega: a estrutura interna para falar esse preço olhando no olho, sem gaguejar.
Num dos negócios de alto padrão que eu administro, uma camiseta vendia entre R$399 e R$549. Depois da reprecificação passou a vender entre R$749 e R$800. A mesma peça. As vendas dobraram no dia seguinte. O preço não afastou o cliente, reposicionou o produto.
Cobrava R$290 a R$350 por serviço, preço copiado dos concorrentes no dia em que abriu. Reprecificou para R$320 a R$400 e agregou à oferta garantia estendida, revisão pós-serviço e combo para mais de um veículo. Preço maior, oferta mais forte, margem nova. O medo de perder todo mundo virou, nas palavras dele, no máximo “alguém pede desconto”.
Apliquei o diagnóstico do 4º Preço em 4 negócios diferentes num único laboratório. Nenhum dos quatro donos sabia o custo da própria hora. Nenhum havia aumentado preço alguma vez, e um deles tinha baixado. Todos previam catástrofe se subissem 10%. O único que já tinha atravessado uma reprecificação comigo era também o único sem pânico. O medo é sempre maior antes de atravessar.
Trabalho 1:1, comigo, escopo fechado. 30 dias, seu preço novo no ar.
Formato: online, agendado, começa e termina. Sem mensalidade, sem acompanhamento eterno.
A conta que importa. Aquele negócio do exemplo deixa R$48 mil por ano na mesa. O programa custa 17% disso, uma única vez, e o reajuste fica. No primeiro ano ele se paga cinco vezes.
Faça a Sessão 1 inteira. Se sair dela sentindo que isso não é para você, devolvo 100% do investimento. Sem formulário, sem constrangimento.
Alguns vão embora, os que só estavam pelo preço. É matemática: com a margem nova, você pode perder 2 em cada 10 clientes e ainda lucrar mais que hoje, trabalhando menos. E como o Rafael descobriu, o medo previa catástrofe e a realidade foi “alguém pede desconto”.
Foi o que o dono da operação do Caso 1 pensaria, num dos mercados mais competitivos que existem. O 4º Preço não depende do mercado permitir, ele reconstrói a oferta até o preço fazer sentido. Se o seu preço for realmente 100% tabelado por terceiros, este programa não é para você, e está escrito lá em cima na qualificação.
São 4 sessões de 90 minutos em 30 dias, mais a implementação guiada. Seis horas no mês. E aqui vai uma coisa que eu observo em quase todo mundo que me diz isso: a agenda cheia costuma ser justamente o sintoma do preço errado. Quem cobra certo trabalha menos, não mais.
Comparado a quê? Faz a conta lá de cima com os seus números: quanto você deixou na mesa nos últimos 12 meses cobrando o preço do medo? Se der algo perto dos R$48 mil do exemplo, o programa custa 17% disso e se paga no primeiro reajuste.
O consultor te dá a planilha e ignora que você não vai sustentar o preço. O curso te dá a teoria e te deixa sozinho com o medo. Eu sou a interseção que não existe no mercado: controladoria de R$850 milhões, R$20 milhões vendidos em alto padrão, e 7 anos de neurolinguística para destravar quem cobra. Os três pilares do seu problema, numa pessoa só.